retomando. refazenda pralavreado.
Siglos despues de Barcelona, escrevo de novo sobre esse vidão que sigo, tendo certeza de nada e sorrindo de mim mesma pelo caminho. Torrrrrrrrto!
Estive em Sao Paulo e começo a gostar de escrever nao sei pra quem. Mas sei por quê.
E então estive no museu da língua portuguesa, o idiomaterno e não queria sair mais de lá. E me lembrei de que amo escrever, de que a minha escrita torna as coisas vividas mais interessantes e repassa a experiência feito num filme de cores lindas, fresco e condescendente. Mas hoje nao, hoje estou cansada e alvaro-de-campiana!
Pois eu fui para um evento de design. Me custou os tubos, me encheu de expectativas (logo eu tão controlada quanto às minhas expectativas...) e me deixou desesperadamente na mão. Genuinamente desapontada, inescrutavelmente desamparada, ineludivelmente inútil do alto da minha sonora formação além mar. Quanta balela!
Exausta e de mãos abanando.
O carro pifou na altura de Araras. E a gente que ia para Paraty! Mas pra que ir a Paraty se vc pode ir pra Araras. Paraty pode nao ser pareo para Araras, mas é páreo paramim. Rimos.
Ahhhhhh!
Que recomeço!
Essa nao foi por acaso.
(e o fantasma do concurso público me persegue como um abutre...)