quarta-feira, agosto 27, 2008

O devir postergar

Por que? Por que sempre o devir e o não-fazer. Por que sempre o amanhã tão sedutor me convence de que seria ele o melhor momento. Aí então a emoção do realizar seria mais controlável.
Quinze anos de terapia me ensinaram, na base da repetição: você tem medo do sucesso, Thelma.
É mesmo. Mas então o saber disso por si só já deveria ter me curado. Afinal de contas, eu me amo, não é mesmo? Eu sou a única pessoa do mundo que pode transformar a minha vida e fazer todas as melhores escolhas pra mim mesma.
Ah bom.
Então tá resolvido.
Puf! Sou feliz :)

E desde quando eu deixo de escrever sobre as minhas viagens pelo mundo? Parece que eu agora só quero falar desse comichão. Desse não sei o quê que quer sair e virar letras. Viagem pra dentro dos olhos.
Olha, pode deixar, eu deixo:
Eu mergulho em mim e me esbaldo!

Eu comigo

Mas há um outro. (há de haver)
Estou achando divertidíssimo escrever aqui sem ter dito à ninguém que este blog voltou ao ar. Mas por que eu faço isso? Mas dessa forma nunca irei atingir minhas metas e subir na vida como blogueira. Essa atitude é um assinte!
Credo!
Como eu ia dizendo, há um silêncio, uma curiodidade muda, um será como se o ar ficasse um pouco mais pesado, como se adquirisse corpo, e saísse rolando sobre um tapete grosso de veludo. Mas eu nem gosto de tapete de veludo.
Lembrança do sítio Castelo com seu jardim de palmeiras imperiais e eu tão pequena. Eu tão pequena sempre. Eu ínfima.
De onde será que eu tiro tudo isso?

terça-feira, agosto 26, 2008

O familiar é um devir.


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